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<title>Mat. &amp; Fis. ( By : Robertson, Manuel, Laura) </title>
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<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 08:59:51 +0100</pubDate>
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<title>Mat. &amp; Fis. ( By : Robertson, Manuel, Laura) </title>
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	<title>A vida sem muito sexo</title>
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		<description><![CDATA[<p><strong>Não se preocupe se a sua freqüência está abaixo da<br />
média das pesquisas. Segundo especialistas, boa parte<br />
dos que afirmam fazer várias vezes por semana exagera.</strong></p>
<p>A maioria das pesquisas sobre comportamento sexual apregoa que, no mundo todo, as pessoas têm, em média, duas relações sexuais por semana (os brasileiros, mais animados, teriam três). Há duas maneiras de reagir a essa afirmação:</p>
<p>a) concordar com ela, porque se está "dentro da média" ou acima dela;</p>
<p>b) calar-se resignado, abatido pela certeza de que, enquanto o mundo todo se esbalda sob os lençóis, você é um dos poucos a optar pelo sorvete de chocolate – não antes ou depois de, mas em vez de.</p>
<p>Se o cabisbaixo leitor se encaixa no segundo caso, saiba que há bons motivos para acreditar que está enganado. Especialistas que, por força da profissão, têm de inteirar-se sobre os assuntos de alcova de seus pacientes são unânimes em afirmar que as pessoas têm grande resistência a dizer a verdade quando o assunto é sexo – o que inclui, é claro, o número de vezes que o praticam. Para onze de doze profissionais ouvidos por VEJA – entre psicanalistas, médicos e terapeutas sexuais –, nem o mundo nem os brasileiros se divertem na cama com a freqüência que proclamam. "Há uma larga mitologia no que se refere à freqüência sexual", afirma o psicanalista Renato Mezan. </p>
<p><img id="image322544" src="http://odiamosfisicamlr.nireblog.com/blogs3/odiamosfisicamlr/files/fototrabalhoblog1.jpg" alt="fototrabalhoblog1.jpg" align="left" />"Há cinco anos, eu não trabalhava, sobrava tempo, e eu e meu marido fazíamos sexo duas vezes por semana. Mas, por causa de alguns problemas que eu enfrentava naquele período, não tinha muito prazer nas relações. Hoje – como eu trabalho, faço faculdade, cuido da casa e do nosso filho – falta tempo, e acabamos só conseguindo namorar no fim de semana. Em compensação, considero que minha vida sexual está melhor do que há cinco anos, quando eu fazia mais sexo, mas sem vontade".<br />
Eliene da Silva Nascimento, 35 anos, bancária</p>
<p><img id="image322546" src="http://odiamosfisicamlr.nireblog.com/blogs3/odiamosfisicamlr/files/trabalhoblog2.gif" alt="trabalhoblog2.gif" align="left" /> O desejo de fazer sexo e a intensidade desse desejo dependem de estímulos e situações que variam ao longo da vida. Na juventude, é normal que a atividade sexual das pessoas esteja em alta: os hormônios estão em efervescência, a curiosidade sexual idem, a oferta de parceiros é maior e tem-se tempo de sobra – embora a falta de experiência no assunto e a precipitação característica da fase muitas vezes acabem por desperdiçar todo o resto. Com a entrada na vida adulta, ganha-se de um lado (aumenta, por exemplo, o conhecimento que se tem do próprio corpo, o que torna o sexo mais prazeroso) e perde-se de outro. O foco se volta para a carreira e, em seguida, para a família e o casamento – que a maioria espera ser monogâmico e que todos desejam longo como, brincam os mais cínicos, uma temporada num campo de trabalhos forçados. De novo, ganha-se na intimidade e perde-se na surpresa e na novidade – alguns dos motores do sexo. Depois de alguns anos, e conforme o casal vai envelhecendo, é inevitável que as noites incandescentes acabem ficando mais espaçadas ou simplesmente virem uma lembrança sem retrato. Pelo menos com os parceiros legitimados pelas leis dos homens e de um certo senhor geralmente representado por um velho de barba branca.</p>
<p><strong>Uma breve história do sexo no Ocidente</strong></p>
<p>Antiguidade (4 000 a.C. ao século V)<br />
Por estar ligado a rituais de fecundidade e dionisíacos (caso das Bacantes), o sexo era visto com naturalidade pelos antigos – embora a liberdade para praticá-lo (com jovens do mesmo sexo, esposas, amantes e escravas) fosse muito maior entre os homens do que entre as mulheres. A imagem do falo, tanto na Grécia quanto em Roma, enfeitava amuletos e decorava fachadas de casas, como símbolo de poder e virilidade.</p>
<p>Idade Média (século V ao XV)<br />
O obscurantismo medieval e o rigor da moral cristã no período impregnavam o sexo de culpa e pecado. Aos que pretendiam salvar sua alma, recomendava-se a abstinência – ou o casamento. Dizia São Paulo: "Se não podem conter-se, casem-se. Melhor casar do que abrasar-se". Mesmo quando praticado com fins reprodutivos, o sexo estava sujeito a tantas regulamentações religiosas (era proibido antes da comunhão, durante a gestação, em determinado período do mês etc.) que sobravam poucos dias para a sua prática autorizada.</p>
<p>Idade Moderna (século XV ao XVIII)<br />
A repressão religiosa se aprofunda até o século XVIII, quando às transformações políticas e sociais provocadas pela Revolução Francesa se soma a degeneração moral conseqüente da miséria e da violência que toma conta das ruas. A libertinagem e a perversão sexual, expressas na literatura por meio de autores como Marquês de Sade, são o reflexo dessa perda de valores. Busca-se incessantemente o prazer, ainda que à custa da dor.</p>
<p>Renascimento (século XIII ao XVI)<br />
A arte torna-se a depositária do erotismo e do desejo, que, na vida real, continuam reprimidos. Os quadros exibem corpos voluptuosos e decotes profundos e a literatura explora os fetiches masculinos ao destacar objetos como lenços, leques e meias femininas. Nos romances, predomina a idéia do "amor-paixão" – a relação cheia de obstáculos e sofrimentos, cuja consumação carnal deve ser punida, como em Tristão e Isolda.</p>
<p>Idade Contemporânea (século XVIII até hoje)<br />
O período que passou pelo puritanismo da era vitoriana e pelas crenças da medicina pré-científica – segundo a qual o sexo "em excesso" e a masturbação podiam conduzir à loucura – viu avançar no século XX a psicanálise e o feminismo e surgir a pílula anticoncepcional. Estava aberto o caminho para a revolução sexual, cujos princípios, como o do "direito ao prazer", ecoam até hoje.</p>
<p><img id="image322552" src="http://odiamosfisicamlr.nireblog.com/blogs3/odiamosfisicamlr/files/trabalhoblog3.jpg" alt="trabalhoblog3.jpg" align="middle" class="imgcentro" />
</p>
<p><a href="http://odiamosfisicamlr.nireblog.com/post/2008/06/05/a-vida-sem-muito-sexo#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Thu, 05 Jun 2008 23:45:38 +0100</pubDate>	</item>
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	<title>-Física-</title>
	<link>http://odiamosfisicamlr.nireblog.com/post/2008/04/01/fisica</link>
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		<description><![CDATA[<p>Leis de Newton</p>
<p>Durante séculos, o estudo do movimento e suas causas tornou-se o tema central da filosofia natural. Entretanto, somente na época de Galileu e Newton foi realizado extraordinário progresso na solução do mesmo.<br />
O inglês Isaac Newton (1642-1727), nascido no natal do ano da morte de Galileu, foi o principal arquiteto da Mecânica clássica. Ele conseguiu sintetizar as idéias de Galileu e de outros que o precederam, reunindo-as em três leis, publicadas pela primeira vez em 1686, no livro Principia Mathematica Philosophiae Naturalis.<br />
Para que possamos entender a essência de tais leis, necessitamos antes apresentar algumas idéias de Galileu sobre o movimento.</p>
<p>1. Conceito de Inércia</p>
<p>Antes de Galileu, a maioria dos pensadores acreditava que um corpo em movimento encontraria-se num estado forçado, enquanto que o repouso seria o seu estado natural.</p>
<p>A experiência diária parece confirmar essa afirmativa. Quando depositamos um livro sobre uma mesa é fácil constatar seu estado natural de repouso. Se colocarmos o livro em movimento, dando-lhe apenas um rápido empurrão, notamos que ele não irá se mover indefinidamente: o livro deslizará sobre a mesa até parar. Ou seja, é fácil observar que cessada a força de empurrão da mão, o livro retorna ao seu estado natural de repouso. Logo, para que o livro mantenha-se em movimento retilíneo uniforme é necessária a ação contínua de uma força de empurrão.</p>
<p>Galileu, entretanto, foi contra essa idéia de movimento ser um estado necessariamente forçado, argumentando que o livro só interrompeu seu deslizamento (vindo a parar) em razão da existência de atrito com a mesa. Isto é, se lançássemos o livro sobre uma mesa menos áspera, haveria menos resistência ao seu deslizamento. Se o seu lançamento ocorresse sobre uma mesa perfeitamente polida, livre de atritos, o livro manter-se-ia em movimento retilíneo uniforme indefinidamente, sem a necessidade de estar sendo continuamente empurrado.</p>
<p>Em virtude disso, Galileu conclui ser uma tendência natural dos corpos a manutenção de seu estado de repouso ou de seu estado de movimento retilíneo uniforme, promovendo aos corpos uma propriedade denominada inércia.</p>
<p>Assim, todo corpo em repouso tende a permanecer em repouso e todo corpo em movimento tende a permanecer em movimento retilíneo uniforme.</p>
<p>No cotidiano, notamos essas tendências ao observarmos uma pessoa de pé no interior de um ônibus. Quando o ônibus arranca, o passageiro por inércia tende a permanecer em repouso em relação ao solo terrestre. Como o ônibus vai para frente, a pessoa que não estava se segurando cai para trás no ônibus.</p>
<p>Agora, se o ônibus estivesse em movimento e de repente freasse, a pessoa cairia para frente. Graças à inércia, o passageiro exibe, nesse caso, sua vontade de continuar em movimento em relação ao solo terrestre: o ônibus pára, o passageiro não.</p>
<p>Logo, o cinto de segurança nos automóveis tem a função de proteger o passageiro da inércia de seu movimento, no caso de uma freada brusca ou colisão.</p>
<p>2.Referencial Inercial</p>
<p>Sistema de referência inercial é aquele relativo ao qual um corpo permanece em repouso ou em movimento retilíneo uniforme, quando nenhuma força (ou resultante) atua sobre ele. Isto é, um referencial inercial é aquele em que a primeira lei de Newton descreve corretamente o movimento de um corpo em equilíbrio.</p>
<p>Normalmente, adota-se como sistema de referência inercial todo sistema de referência em repouso ou em translação retilínea e uniforme em relação às estrelas fixas, que são estrelas que aparentam manter fixas suas posições no céu após muitos séculos de observações astronômicas.</p>
<p>Para a grande parte dos problemas de Dinâmica, envolvendo movimentos de curta duração na superfície terrestre, podemos considerar um sistema de referência fixo na superfície da Terra como inercial. Muito embora, a Terra não seja um perfeito referencial inercial por causa da sua rotação e translação curvilínea.</p>
<p>Quando um ônibus arranca, freia ou executa uma curva, ele possui aceleração em relação ao solo. Nessas situações, os passageiros não podem justificar seus comportamentos pela Dinâmica newtoniana, quando tomam o ônibus como referencial. Em tais casos, cada passageiro deve ter seu movimento analisado em relação ao solo terrestre (referencial inercial).</p>
<p>Ação e Reação</p>
<p>Sabemos que força é fruto da interação, ou seja, uma força atuante em um corpo representa a ação que este corpo recebe de um outro corpo.</p>
<p>Isaac Newton percebeu que toda ação estava associada a uma reação, de forma que, numa interação, enquanto o primeiro corpo exerce força sobre o outro, também o segundo exerce força sobre o primeiro. Assim, em toda interação teríamos o nascimento de um par de forças: o par ação-reação.<br />
Lei da Ação e Reação</p>
<p>O Princípio da Ação e Reação constitui a Terceira Lei de Newton e pode ser enunciado assim:</p>
<p>Se um corpo A aplicar uma força sobre um corpo B, receberá deste uma força de mesma intensidade, mesma direção e sentido oposto à força que aplicou em B.
</p>
<p><a href="http://odiamosfisicamlr.nireblog.com/post/2008/04/01/fisica#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 18:25:30 +0100</pubDate>	</item>
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